quarta-feira, 24 de agosto de 2016

postado por Jaqueline Oliveira em quarta-feira, 24 de agosto de 2016

7 dicas para viver a maternidade e lidar com o retorno ao trabalho.

Muitas mulheres se veem após a maternidade em um grande conflito, agora são mães e têm um novo “ser” para cuidar, e a partir do nascimento se dedicar inteiramente a ele. Estas mulheres passaram por muitas transformações, desde físicas, hormonais, emocionais a comportamentais. O medo e a insegurança permeiam neste processo de constituição de seu novo “ser”. Tornar-se Mãe é também ganhar mais um papel para dar conta, e muitas vezes este papel é carregado de culpa, sem manual de como deve ser feito.
Os meses se passam, e esta Mãe, quer dar voz ao seu papel de Mulher. A mulher que atua no mercado de trabalho, que tem a sua individualidade e reconhecimento social. Social sim, pois um dos maiores medos e dilemas desta mulher, é se perder e ter a sua identidade apagada.
Esta nova Mulher muitas vezes, não se reconhece e quer resgatar a mulher de antes. Mas esta mulher passou por uma grande transformação.
Vivencia grandes dúvidas e se pergunta:
  • Será que é possível conciliar o meu trabalho com a maternidade?
  • Será que estou pronta para atuar como antes, da forma que o mercado exige?
  • A quem vou delegar o papel de mãe? E como fica a maternagem?
  • Será que é possível abrir mão do trabalho e cuidar do meu filho?
  • Muitas delas, não têm escolha, e precisam retornar ao mercado, da forma que ele se configura.
  • Não quero retornar, mas vou ficar em casa?
  • Não sou mais aquela de antes…
É possível vivenciar uma maternidade real, com menos culpa e mais leveza, respeitando cada momento, contribuindo para o desenvolvimento de uma criança emocionalmente saudável.
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 Vejamos 7 dicas para viver a maternidade real e lidar com o conflito do retorno ao trabalho:
  1. Empodere-se: confie em si mesma, não se abale com o que os outros dizem. Palpites nem sempre são bem-vindos. Viva o seu momento no seu ritmo e do seu bebê;
  2. Informe-se, busque uma rede de apoio, a qual tenha liberdade para conversar e expor o que sente;
  3. Escolha: sinta-se livre para fazer a escolha que achar mais adequada a sua realidade (voltar ao trabalho ou permanecer em casa com o bebê);
  4. Não se compare às outras mães, cada mãe tem seu estilo de exercer a maternidade, cuide do seu bebê como entende que é o mais adequado a ele. Tenha certeza de que ele lhe dará os sinais do que precisa, e logo você entenderá essa linguagem tão particular entre você e seu bebê;
  5. Reserve tempo para você: por mais corrida que seja a sua nova rotina como mãe, é importante reservar tempo para você fazer o que mais gosta: ir ao salão de beleza, ler um livro, fazer uma atividade física ou qualquer atividade que lhe proporcione bem-estar;
  6. Organize-se: você já deve conhecer a rotina de sono do seu bebê, assim organize seu tempo, sua agenda, seu trabalho e seus horários para que possa dar conta de suas atividades e tarefas do lar e também ao merecido descanso; e
  7. Conte com ajuda de amigos e familiares: a presença e a participação do Pai principalmente faz toda a diferença no desenvolvimento emocional e cognitivo do seu bebê. Para ter mais equilíbrio entre seu papel de mãe e de mulher, compartilhe os cuidados do seu bebê com familiares e amigos de extrema confiança.
Diante da persistência da dificuldade em lidar com esse novo momento de vida, conte com o apoio de um profissional como o psicólogo. Na psicoterapia você Mãe e Mulher, terá a oportunidade de elevar seu grau de autoconhecimento e reconhecerá o seu novo eu, diante desta nova fase da vida.
Com carinho,
Jaqueline Oliveira – CRP: 05/36475


sexta-feira, 13 de junho de 2014

postado por Jaqueline Oliveira em sexta-feira, 13 de junho de 2014

Olá pessoal,
Gostaria de compartilhar com vocês esta matéria que achei interessante, e fala sobre a frustração nas crianças. Estamos vivenciando um momento em que a busca pela felicidade e satisfação em tudo, tem sido muito cobrada e tenho visto cada vez mais, pais tentando suprir todas as carências do filho, com a ausência do "NÃO", em que muitas vezes se faz necessário e é saudável para criança, aprender lidar com suas frustrações e esperas. Faz parte da vida, levar um "NÃO" de uma menina ou menino na adolescência, por exemplo, perder para o time adversário na infância, ou até, não ser aprovado em uma entrevista de emprego. E como será esta experiência?


Frustração: por que ela deve fazer parte da vida do seu filho
Por amor, você pode querer sempre atender aos desejos do seu filho.
Mas é importante que ele entenda: a vida trará decepções. E estará tudo bem.



Quantas vezes você se desdobrou para atender aos desejos do seu filho? Até naquele dia em que chegou em casa com enxaqueca - depois de um longo dia de trabalho - querendo descansar, sentou ao lado dele para brincar um pouco, depois que ele teve uma crise de birra porque estava esperando por você há horas para jogar um jogo novo. Sua intenção é das melhores, claro!

Mas lembre-se de que, ao tentar não desapontar seu filho, você está privando-o de uma experiência importante: a frustração. Nós, adultos, sabemos que nem todas as nossas vontades serão atendidas – aquela viagem paradisíaca, o sapato da vitrine, as férias, o melhor carro e o emprego dos sonhos. “As crianças também precisam entender que, ao longo da vida, é normal se decepcionar. É importante receber pequenas doses de frustração desde a infância”, explica Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo (SP).

Fique tranquilo, seu filho não vai sofrer com isso. É só saber separar o que é necessidade do que é desejo. Negar o brinquedo que ele quer ganhar antes do aniversário, por exemplo, não vai prejudicar seu desenvolvimento. Aprender a esperar é importante: tenha certeza de que seu “não” vai propiciar mais benefícios do que perdas.

Até os 2 anos, ainda não conseguimos descobrir se o choro é de manha, de cólica ou de fome. Mas, depois disso, as crianças precisam entender que não podem ter tudo o que querem de imediato. Pense na hora do almoço de domingo: a família espera que todos se sirvam para poder começar a comer. Não é porque seu filho é menor que poderá saborear o prato antes de todos. Explique a ele a situação e peça para que aguarde um pouco.

Como administrar a situação?
É importante saber dosar. Sua casa tem só um televisor? De vez em quando, a criança pode assistir ao desenho animado à noite. Mas os pais também têm vontades! Podem querer ver o telejornal – e os filhos vão entender que, na vida, é normal ter de ceder. Enquanto vocês jogam videogame, não vale deixar as crianças ganharem sempre. “Atender ao desejo delas é gostoso. Mas nem sempre podemos satisfazê-los”, diz a psicóloga.

Se o seu filho estiver acostumado a ter todas as vontades concretizadas, é possível que comece a chorar quando ouvir o “não”. Sabemos como é dolorido ver o sofrimento de quem amamos. Só que, nesse momento, o mais indicado é deixar que a criança continue chorando. Dê carinho, abrace, mas não mude de ideia: ela precisa entender que a frustração é normal. Quando se acalmar, estará pronta para escutar sua explicação.

Pode ser que você tente evitar a decepção por sentir-se culpado. Trabalha muito, por exemplo, e quer proporcionar só alegrias para seu filho, de modo a compensar sua ausência. Ou então está em crise - pode ser no casamento, na saúde, nas finanças – e não tem energia sobrando para enfrentar a birra de uma criança decepcionada. Mesmo assim, tente não ceder. Será melhor para ela.
Futuro
Quando crescer e entrar em contato com o mundo extrafamiliar, seu filho vai encontrar um ambiente em que as vontades dele não serão sempre atendidas. Na escola, por exemplo, os amigos podem ficar chateados com uma criança que não gosta de dividir os brinquedos ou que não sabe perder nos jogos. Se você notar que seu filho não é escolhido para os times de futebol da turma ou nunca é convidado para as festas de aniversário, fique atento. Converse com o professor e investigue como é o comportamento da criança fora de casa.

Ao deixar que seu filho se frustre algumas vezes, sempre com seu afeto e apoio, ele será um adulto mais compreensivo. Na adolescência, entenderá que, se não ser aprovado no vestibular, deve tentar novamente no ano seguinte. Ou que um amor não correspondido dói – mas é normal, faz parte da vida e não é motivo de desespero. Por outro lado, a criança que é criada em um lar sem frustrações não vai querer sair do ninho. “Isso compromete a convivência e a interação da pessoa. Ela precisa ser uma cidadã”, explica Calegari.
Por Luiza Tenente 
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/


sexta-feira, 6 de junho de 2014

postado por Jaqueline Oliveira em sexta-feira, 6 de junho de 2014

Você já se deu conta que precisa de ajuda?

Está preocupado com algo? 
Isso tem lhe tirado o sono?


Sua rotina tem sido alterada?

Você pensa em desistir de algo?
Desde quando você começou a sentir isso?
Acha que não consegue superar sozinho?



Já pensou em procurar um Psicólogo?
Tente, ele pode ajudá-lo.

Cuide de você e viva melhor.





domingo, 13 de janeiro de 2013

postado por Jaqueline Oliveira em domingo, 13 de janeiro de 2013

Você sabe ouvir as pessoas para vê-las melhor?


Nós olhamos, mas não conseguimos ver bem quem está na nossa frente porque não sabemos ouvir. Com os olhos vemos o que está fora, mas é com os ouvidos que ‘vemos’ o que está dentro.

Quem não sabe ouvir, não conhece bem ninguém e digo isso de carteirinha.

Com o tempo aprendi que não era um diploma, nem tampouco os conceitos teóricos as ferramentas suficientes para produzir conhecimento a respeito de alguém. O essencial para se conhecer realmente o outro e com isso produzir autoconhecimento é saber escutar. Uma habilidade cada vez mais rara entre as pessoas.

Ué?! Como assim? Se não nascemos com problemas auditivos, nascemos com essa capacidade não é?

Sim, nós ouvimos e somos capazes de ouvir muito bem, mas ao longo da vida desaprendemos a escutar de forma simples, mas principalmente desaprendemos a escutar sem fazer julgamentos, sem dar nosso parecer. Nesse momento convoco Rubem Alves com um trecho belíssimo de seu livro ‘O amor que ascende a lua’ para me ajudar a fazer entender:

“O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila  Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: “Se eu fosse você”. A gente ama não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção”.

Tem gente que não deixa o outro falar, são aquelas com olhos de raio x que parecem saber tudo o que ocorre do lado de dentro das pessoas e já vão logo dizendo o que acham e o que deve ser feito, uma pena, essas pessoas não sabem escutar ninguém, nem elas mesmas e pior não devem seguir nenhum dos conselhos que oferecem. É preciso saber ouvir as pessoas e a ouvir a si mesmo. Mas essa não é uma tarefa fácil.

Ser humano é um ser interessante, pois nunca foi e nunca será autossuficiente e independente dos outros seres humanos, estamos amarrados para sempre.  Precisamos do outro para quase tudo inclusive e especialmente para saber quem somos. Autoconhecimento se faz acompanhado! Nesses anos trabalhando como terapeuta, aprendi que, só através de uma escuta sem julgamento é que as pessoas conseguem se revelar. Para deixarmos o outro ‘vir’, é preciso ouvi-lo de maneira especial.

De ouvidos e olhos bem abertos  procuro aquilo que está por trás, através, entre, no fundo, procuro fazer com que a pessoa use seus olhos de dentro e veja o que está escondido, disfarçado, perdido, desorganizado, o que é frágil, o que poderia ser criticado, avaliado, julgado, mas que ali, naquela conversa é simplesmente ouvido e por isso pode ser falado, por isso é passível de ser revelado. É assim que podemos conhecer e adentrar no mundo particular das pessoas, e é assim que podemos oferecer um lugar seguro para que ocorra o “vir a ser”. É através de uma escuta bonita que se desatam nós, e que de fato encontramos e damos a chance para aquilo que é humano…

Preste atenção em como você tem ouvido as pessoas, principalmente aquelas que você gosta e que compartilham a vida com você, não ofereça nada além daquilo que existe nelas mesma, ofereça-lhe uma oportunidade de ser ouvida, de ser vista por dentro através da sua escuta, depois disso se ela pedir um conselho ofereça, mas pergunte antes, às vezes as pessoas só querem compartilhar, só querem ser ouvidas, se mostrar, aparecer, ser…


Fonte: Indika bem/ Alda Marmo


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

postado por Jaqueline Oliveira em sexta-feira, 4 de janeiro de 2013



"Então que venham os dias.

Um sorriso no rosto e os punhos cerrados que a luta não para.
Um brilho nos olhos que é para rastrear os inimigos (mesmo com medo, enfrente-os!).
É necessário o coração em chamas para manter os sonhos aquecidos. Acenda fogueiras.
Não aceite nada de graça, nada. Até o beijo só é bom quando conquistado.
Escreva poemas, mas, se te insultarem, recite palavrões.
Cuidado, o acaso é traiçoeiro e o tempo é cruel, tome as rédeas do teu próprio destino.
Outra coisa, pior que a arrogância, é a falsa humildade.
As pessoas boazinhas também são perigosas, sugam energia e não dão nada em troca.
Fique esperto, amar o próximo não é abandonar a si mesmo.
Para alcançar utopias é preciso enfrentar a realidade.
Quer saber quem são os outros? Pergunte quem é você.
Se não ama a tua causa, não alimente o ódio.
Por favor, gentileza gera gentileza. Obrigado!
Os erros são teus, assuma-os. Os acertos também são teus, divida-os.
Ser forte não é apanhar todo dia, nem bater de vez em quando, é perdoar e pedir perdão, sempre.
Tenho más notícias: quando o bicho pegar, você vai estar sozinho. Não cultive multidões.
Qual a tua verdade? Qual a tua mentira? Teu travesseiro vai te dizer. Prepare-se!
Se quiser realmente saber se está bonito ou bonita, pergunte aos teus inimigos, nesta hora eles serão honestos.
Quando estiver fazendo planos, não esqueça de avisar aos teus pés, são eles que caminham.
Se vai pular sete ondinhas, recomendo que mergulhe de cabeça.
Muito amor, mas raiva é fundamental.
Quando não tiver palavras belas, improvise. Diga a verdade.
As manhãs de sol são lindas, mas é preciso trabalhar também nos dias de chuva.
Abra os braços. Segure na mão de quem está na frente e puxe a mão de quem estiver atrás.
Não confunda briga com luta. Briga tem hora para acabar, a luta é para uma vida inteira.
O ano novo tem cara de gente boa, mas não acredite nele. Acredite em você.
Feliz todo dia!"

(Novos Dias - Sérgio Vaz)